quarta-feira, 30 de junho de 2010

A Final


Era final de campeonato, o estádio estava cheio e a noite caía por detrás das arquibancadas. Milhares de pessoas gritando ao mesmo tempo, fazendo a "ola", aplaudindo, tocando cornetas, entoando canções de apoio e de desafios de forma uníssona. Aquilo tudo fazia ferver as emoções. A minha pelo menos fervia.
Antes de entrarmos em campo, o técnico dava as últimas instruções. Era difícil entender o que ele dizia pois o barulho lá fora tomava conta de todo o estádio. Mal dava para ouvir meus próprios pensamentos. Na realidade, depois de algum tempo ouvindo aquilo tudo, parecia que os seus ouvidos tapavam. Você só consegue ouvir as batidas do seu coração, acelerando.

A entrada em campo não tem descrição. O gramado parecia um imenso tapete demarcando a zona de guerra. Um tabuleiro onde todos são peões e somente alguns poderão se consagrar Reis. O hino toca e, agora, não tem mais volta. É vencer ou vencer.

sábado, 12 de junho de 2010

Uma Noite Memorável



    É assim que sinto como foi a noite de 10/06. Memorável!! Foi um grande prazer receber todos os meus amigos para o lançamento do meu novo livro NANO. As muitas fotos do evento serão publicadas em breve, além de algumas já figurarem também no meu Orkut (http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=8371911854405427771).

    Quero agradecer também a equipe Multifoco que tão carinhosamente me recebeu e a meus convidados. Foi uma noite prazerosa de muitos sorrisos, leitura e brincadeiras. Todos que estiveram ontem no espaço Multifoco ficaram positivamente impressionados com a educação, presteza, rapidez e localização previlegiada. Realmente foi muito bom. A equipe Multifoco toda está de parabéns.
   Também foi gratificante ver o livro ali, impresso, nas mãos de todos. Autografá-lo então, foi um imenso prazer! Principalmente pela lembrança que me veio à mente sobre a grande maratona que é escrever, revisar, buscar uma editora e, finalmente, publicar um livro.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Convite para Noite de Autógrafos


Depois de um longo período escrevendo o livro, fazendo as inúmeras revisões, buscando as editoras, participando da edição e tratando da capa, meu novo livro NANO será publicado. Digo que o período foi longo pois, desde a concepção até sua publicação muita coisa aconteceu... Veja só:
Em 1997 concebi a estória, mas sabia da minha imaturidade para escrevê-la. Não que eu tenha uma maturidade muito grande agora mas, com certeza, possuo uma certa "destreza" por conta dos outros livros (técnicos na área de TI) que escrevi e deste blog que compartilho com vocês.

Em 2007 a idéia fervia na minha mente e veias. Se eu queria ter mais experiência literária aquela era a hora para iniciar, colocar no papel tudo aquilo que me excitava e, por isso, comecei a escrever. Nada faz mais sentido para um escritor do que escrever, principalmente quando se trata de uma estória integralmente sua.

No início de 2008 depois de várias revisões, correções e ajustes, finalizei os originais e pedi a alguns grandes amigos que lessem e me dessem a honra de ter suas críticas (Ellen, Gildo, Janice, Yuri, Verônica e Adriana muito obrigado por sua paciência e amizade!!). Qual não foi a minha surpresa ao ver as impressões de todos sobre o livro. Foi maravilhoso!! Adaptei alguns pontos, claro, pois os críticos tinham absoluta razão quando me expuseram os pontos negativos, e acrescentei outros que faltava à trama. Sabe porque gostei tanto??? Porque eram críticos fortes, não deixaram pedra sobre pedra, e nossa amizade em nenhum momento interferiu no senso crítico deles. Inclusive um deles nem gosta do estilo literário do livro (e leu tudo!! E ainda pediu mais!!!).
É claro que não posso esquecer da minha amada esposa que, desde o começo, me incentivou, leu, releu, perguntou, me aturou quando eu perguntava à ela se havia entendido o enredo, que eu nunca havia contado para ela anteriormente (só soube da estória ao ler os originais), e me presenteou também com sua crítica. 

Entre 2008 e 2009 a peregrinação foi outra, não mais a literária mas sim, a de espaço. Encontrar a editora que estivesse disposta a publicar um livro de um ilustre desconhecido como eu foi difícil... Várias cópias impressas dos originais enviados (acredito que foram algo em torno de 30) fora as cópias digitais (acredito que ao todo foram em torno de 60 cópias, somando as impressas e digitais). A peregrinação chegou ao fim quando a Editora Multifoco, através de seu editor chefe, me contactou disposta a publicar meu trabalho. Assinamos contrato e, de 2009 até 2010, trabalhamos juntos na diagramação, últimas correções e capa.

Depois de toda essa peregrinação literária é um prazer imenso lhe convidar para a o lançamento e noite de autógrafos do meu novo livro:

Título: NANO
Autor: R. Marcchi
Editora: Multifoco
Quando: 10/06/2010 - Quinta-feira
Hora: 18:30 h
Local: Av. Mem de Sá, 126 - Lapa - Rio de Janeiro (Espaço Multifoco)

Abaixo uma sinopse do livro. Te espero lá!
Sinopse
Dr. Augustus, um renomado cientista que trabalha secretamente para os militares, guarda, à sete chaves, um invento poderoso que, se estiver nas mãos certas, pode salvar vidas mas, se cair nas mãos erradas, pode devastar civilizações. Gregor, seu único filho, desconhece a existência do invento do pai, mas logo irá descobrir o quanto este segredo está ligado a sua infância e à morte de sua mãe, que se deu em um acidente misterioso, que ninguém quer comentar.
Rastreamentos na rede de uso exclusivo dos militares mostram atividades suspeitas: alguém está roubando os esquemas de armas e equipamentos exclusivos das forças armadas. Vários povos estariam dispostos a pagar, e bem, por estes projetos, incluindo os temidos Cliverianos, um povo extremamente racista, sedentos por sangue e poder, que não poupam esforços para conseguir o que desejam, mesmo que isso signifique declarar uma guerra aberta contra a federação que conta, entre tantos outros aliados, com o povo de Hatus, seres pacíficos que já sofreram em um passado remoto com a escravidão. Mas os Hatusianos também possuem suas armas. Eles mantém em segredo a localização do Templo dos Conselheiros, onde guardam vários conhecimentos extremamente avançados que vão de técnicas de batalha à forja do metal mais nobre e resistente do universo: o Mahdril.
Seres e raças alienígenas. Segredos descobertos e mistérios desvendados. Uma guerra pelo poder já se iniciou e somente aquilo que a ocasionou poderá finalizá-la.

Você não poderá tê-la, você não poderá tocá-la, mas poderá sê-la.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Acorrentada


Célia acordou cedo como todos os dias. "Cedo demais!" pensou ela sentada à beira da cama. Durante o rápido banho, Célia pendeu sua cabeça para frente deixando a água escorrer, como se quisesse fazer o tempo passar mais lentamente.
O café da manhã foi praticamente engolido inteiro, como todas as manhãs, sorvido de pé. Estava atrasada para o trabalho. A condução, lotada como sempre, provocava o encontro inevitável dos corpos. Alguns dias isso não era incômodo, mas outros dias... Sempre há um "engraçadinho" que acha que tudo que é mulher tem a mesma profissão que a mãe dele... "Filho de uma put..." pensou Célia enquanto tentava se desvencilhar agressivamente do "malandro" atrás dela.

-Bom dia, bom dia! - cumprimentava Célia enquanto corria até seu computador.
- Bom dia Célia! - respondeu Marcos, seu chefe, que veio atrás dela assim que ela chegara - Temos que terminar a correção no sistema hoje. Ele entra em produção amanhã.
- OK. - Célia era programadora e sabia exatamente o que as palavras de Marcos queriam dizer: hora extra. Ainda eram 08:00 h da manhã, ela havia saído as 02:00 h da madrugada na noite anterior, trabalhando nesse sistema, e ainda não havia terminado. 


segunda-feira, 24 de maio de 2010

Por quê? Por quê? Por quê?



Ontem, dia 23 de maio, tive o prazer de reencontrar uma grande amiga minha, e também escritora, Flavia Côrtes. Fui convidado e fiz presença na tarde de autógrafos de seu novo livro infantil "Por quê? Por quê? Por quê?", publicado pela Zit Editora. Com ilustrações de primeiríssima qualidade da ilustradora Sandra Ronca, o livro chama a atenção do público através da simplicidade e carisma que a personagem principal passa ao tratar da curiosidade normal que a idade lhe apresenta.
Publicado com uma qualidade digna de "best-seller", o livro traz a estória de um menino bastante curioso que quer saber o "por quê" de tudo, incluindo o "por quê" do "por quê" (como narra a autora logo nas primeiras páginas).

Foi uma tarde gratificante, mais ainda por se tratar de um evento dedicado ao talento de uma grande amiga a quem tive o prazer de rever juntamente com o seu marido e suas filhas. Comprei com alegria o meu exemplar que foi autografado com dedicatória ao meu filho que estava comigo e "devorou" o livro ali mesmo, na livraria.

Recomendo "Por quê? Por quê? Por quê?" como um livro obrigatório para os pequenos leitores que já sabem ou que estão começando a se enveredar pela leitura. Recomendo até para nós "adultos" que adoramos dizer que este livro é somente "para crianças". Leia, divirta-se e lembre do tempo em que você também fazia essas perguntas. Se você possui filhos, filhas, sobrinhos, afilhados, netos, netas, adora o(a) filho(a) da vizinha como se fosse seu filho(a), compre, dê de presente, incentive os "pequenos" a ler, leia. O mundo avança sempre, não por causa das respostas, mas sim pelo poder das perguntas.

Título:   Por quê? Por quê? Por quê?
Autora: Flávia Côrtes 
Ilustrações: Sandra Ronca 
EditoraZit Editora

quarta-feira, 5 de maio de 2010

As Séries...



Da série: Futebol para não iniciados
1. Lateral esquerdo da Seleção Brasileira:
( ) Roberto Carlos ( ) Erasmo Carlos ( ) Ney Matogrosso

2. Ex-capitão da seleção brasileira:
( ) Dunga ( ) Soneca ( ) Feliz

3. Centroavante da Argentina
( ) Batistuta ( ) Prostituta ( ) Filho da P…

4. Atacante do Chile:
( ) Salas ( ) Cozinhas ( ) Banheiros

5. Meia da Colômbia:
( ) Valderrama ( ) Valderruba ( ) Valdestrói

6. Meia da França:
( ) Zidane ( ) Ziferre ( ) Zifoda

A Minha Rosa



Hoje eu retirei uma pétala da minha rosa. 
A única rosa que tenho. A única do meu jardim.
Logo eu, que sempre disse com orgulho que cuido da minha rosa como ninguém cuidaria.
Logo eu, que sempre briguei com tudo e todos pela saúde da minha rosa;
Logo eu, que fiz de tudo para eliminar todas as pragas;
Logo eu, que fiz de tudo para afastar todos os que queriam machucá-la;
Logo eu que a amo mais do que tudo!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Ninguém tem culpa


Cheguei em casa pela manhã e entrei pela porta aberta. A porta da frente de casa geralmente não fica aberta. Pude ver o Ramon na praça, que fica próximo de casa, sentado no banco com alguns amiguinhos em volta dele.
Passei a noite toda caminhando, pensando na briga que tive com Elisa. Estamos casados há algum tempo, temos um filho de 8 anos, o Ramon, e sempre que discutimos eu preciso de um tempo para refletir. Geralmente faço isso em casa mesmo, mas a discussão de ontem foi muito feia e eu saí porta à fora, no meio da noite, muito "P" da vida. Não via nada na minha frente, atravessei a avenida próximo à minha casa sem nem olhar direito e quando notei já estava longe.
Quando entrei em casa, Elisa chorando, abraçada, como ela sempre faz quando discutimos, com um porta-retrato que tem a nossa foto. Ela nem me olhou.
- Por quê Quinho? - Ela perguntou. Meu nome é Marcos Aurélio e Quinho era como ela me chamava.
- Lisa - era como eu a chamava - , me desculpa, eu 'tava' de cabeça quente. E antes que fizesse uma besteira maior...

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Sem vontade...



Quando abri os olhos pela manhã, a sensação veio... Devagar e crescente. Na medida em que minhas pálpebras iam abrindo ela ia crescendo. A famosa "falta de vontade".
Ela me consumiu rápido e logo já não tinha vontade de fazer o que mais me deixava feliz: escrever. O curioso é que, diferente de jornalistas, críticos, professores e outras profissões afins, eu não preciso escrever para sobreviver. Não é este o meu trabalho, é o meu hobby e mesmo assim estava com (ou seria "sem"??) nenhuma vontade.
Tentava forçar a mente na criação de algo que pudesse me trazer algum prazer de passar para o papel. Sim, porquê só consigo escrever algo que eu também gostaria de ler. Algo que me empolgasse, que me fizesse rir ou chorar ou que me fizesse querer realmente vivenciar. Nada... Nada passava pela minha mente, nada acontecia, nada saía. Estava passando por um daqueles momentos críticos que todos os escritores dizem passar, o famoso "vazio literário".

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Ostras ao Vento - A cópia PIRATA!!!


Da Série: Aprendizado
A professora, alegre com o passeio anterior à uma fazenda, começa o dia com a classe:

- Muito bem, quero que vocês digam todos os sons que ouviram na fazenda ontem...

A criançada rapidamente começa:
- Meeee...
- Muuuu...
- Riiinnnch...
- Oinc, Oinc...
- Desce desse trator seu moleque "filhodaputa"!

Da Séria: 5 segundos antes da discussão
O marido está zapeando a tv quando sua esposa senta ao seu lado e pergunta:
- O que tem na TV?
- Poeira.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Você quer escrever um livro?



Olá amigos. Se me permitem gostaria de ajudar com um pouco da minha experiência pessoal. Para isso criei um pequeno roteiro que sigo e acho importante para todos os interessados em ver seus originais publicados um dia. Vamos lá:

1- Leia, releia e releia novamente seu original com o cunho extremamente crítico. Procure erros de grafia, acentuação, concordância e tudo o mais. Retire e/ou modifique frases ou parágrafos "soltos" (aqueles que não fazem sentido nenhum e/ou não acrescentam em nada à sua estória). Busque as formas corretas de escrever. Somos todos falhos e nossa língua é muito rica e detalhada. Uma simples vírgula pode eliminar ou criar uma interpretação que não desejamos.

Sexo Frágil???


Realmente tenho que concordar com os vários poetas que dizem que DEUS fez o homem primeiro pois precisava de um rascunho para sua obra prima, a mulher.

Hoje lí no blog de uma amiga escritora sobre a mulher. Ela falava sobre a tripla jornada atual do sexo feminino: mãe, profissional e mulher. Falava também das conquistas femininas através dos anos e comentava, com uma certa indignação, sobre a atitude de algumas (ou seriam várias???) outras que se rendem a serem simples objetos de desejo.

Acordei?



Acordo assustado, molhado de suor, com a nítida sensação de que não dormi. Minha noite foi pesada... Sonhei a noite toda com o trabalho. E o pior.. Todas vez que isso acontece, sei que não vou passar bem o dia. Afinal, não descansei.
Sentei na cama com os pés para o lado de fora. Me apoiei pesadamente sobre meus braços e meus olhos não queriam abrir por nada. Ainda ouvia o barulho frenético do meu cérebro trabalhando.
- Tudo bem? - Minha esposa perguntou colocando as mãos nas minhas costas e me fazendo um breve carinho.
- Tá sim... Só não consegui dormir direito. Passei a noite inteira sonhando.
- Pesadelo?
- Não era não. Só sonhei que estava trabalhando.
- É stress. Vem, volta pra dormir. - disse carinhosamente me puxando para ela.

Ensaiei me deitar quando o despertador começou a berrar. Meu corpo estremeceu com o susto. Suspirei fundo, dei um beijo nela e voltei da metade do caminho, reunindo forças para levantar.

Se eu não fosse eu


Talvez, seu eu não fosse eu, gostaria de estar na brisa. Viajar no ar sobre tudo e entre todos e poder acariciar todos os rostos e corpos que quisesse...

A Quantas Anda?



- Oi!
- Oi. - respondi meio sem graça...
- Quanto tempo...
- Pois é...
- O que tem feito? Você mudou.
- É.. Um pouco... - respondi mais sem graça ainda e passando a mão pelo cabelo.
- Tem feito o quê?
- Oi?
- Perguntei: Tem feito o quê?
- Ah... Bem... Por aí. Fazendo um pouquinho de cada coisa...
- Sumiu. Muito tempo que a gente não se vê....
- É... Vida meio atribulada. Trabalho, família, compromissos, filhos....
- Estava com saudades de você.

Olhos Verdes



A noite é quente. Afinal é verão e não tem como deixar o ar-condicionado desligado. Quer dizer, não teria... A quantidade imensa de "gatos" na vizinhança fez a rede elétrica cair e não há santo que consiga dormir neste calor. Parece que o inferno se mudou para o bairro de tão quente que está. Observo minha esposa, seminua, na cama, ainda dormindo. Não sei como ela ainda não percebeu o calor.

São 3:00 da manhã e desde as 2:00 que não temos luz. Estou de guarda, me estapeando inteiro por causa dos mosquitos que entram pela janela aberta do nosso apartamento e, pelo visto, só eles entram porque não há nenhum sinal de vento ou da maldita luz.

PAFT! Mais um mosquito se foi num só tapa. No momento em que estava contabilizando mais um mosquito morto no meu placar de inseticida humano, o telefone toca.
- Só pode ser o capeta! – murmuro. Claro!! Nesse calor e à essa hora da madrugada, só pode ser “ele” pra tirar um sarro da minha cara!
- Alô?
- Vinny? – pergunta a voz do outro lado. Meu nome é Vinicius, mas todos me conhecem por Vinny.
- Fala Tenente. – era o Tenente Meirelles. E ele não me ligaria à toa.
- Detetive, estou aqui em baixo te esperando. Temos um homicídio.
- Merda! – pensei enquanto desligava o telefone. Ele só usa a palavra “homicídio” quando o caso envolve a granfinagem, gente da “alta”. Se fosse qualquer um seria “boneco” mesmo.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Quero Ser Um Televisor



A professora pediu aos alunos que escrevessem uma redação dizendo o que eles gostariam que Deus fizesse em suas vidas.

Em casa, à noite, quando foi corrigir as redações, a professora se surpreendeu com uma redação que a deixou muito emocionada. O marido, ao ver que a esposa chorava quis saber:

- O que aconteceu, querida?

A professora entregou a redação para o marido e disse:

- Leia ...

Uma Hora


Um médico muito famoso e ocupado chega em casa após mais um estafante dia de trabalho. Sem tempo para mais nada a não ser trabalhar para garantir o conforto do seu lar, aproveita um dos poucos dias que conseguiu chegar cedo em casa para ver televisão.
 Ao sentar no sofá e ligar a tv, ouve a voz do seu filho a perguntar:
- Pai?
- Hmmm... - responde sem olhar para a criança
- Quanto o Sr. cobra por hora?
- O que?
- Quanto o Sr. cobra por hora?
- Meu filho... Deixa eu ver tv, por favor.

Uma Aventura (Infantilmente) Fantástica


Em toda Ásgard, o povo conta histórias sobre seus cavaleiros e seus feitos heróicos, porém um nome será lembrado mais que outros: Sir Raphael. Sim, eu mesmo.
Todos os reinos viviam em paz, até a chegada dele: Dominius. Ele e seu exército de ogros e criaturas do mal são conhecidos por roubar e destruir tudo por onde passam. Liz, a feiticeira do Norte já havia avisado sobre a chegada de Dominius e eu estava preparado. Eu e meu dragão, à quem eu chamava de Sol.
- Sir Raphael, você é o único cavaleiro capaz de enfrentar Dominius, por isso eu conto com você. – disse o Rei Tibérius.
- Sim Majestade! Eu não o decepcionarei. – respondi.

Na Noite


A noite cai pesada e a cidade se prepara para um novo ritmo. Muitos se acomodam para dormir enquanto outros se preparam para vivê-la. Entre tantos prédios, pessoas e corpos da multidão que passa, uma figura olha o agito da rua do alto de seu prédio. A janela que toma toda a parede externa da sala escura permite que ela veja tudo, sem ser vista.
Seus longos cabelos negros se confundem com a escuridão do seu apartamento. A pouca luz que entra vem dos postes da rua. Vestindo somente um conjunto íntimo de calcinha, soutien e meia 3/4 na cor preta, ela se apóia no vidro que vem do teto até o chão da sala, olhando para baixo. Seus olhos profundos e penetrantes buscam algo na multidão que passa. Nem ela mesma sabe o que está buscando, mas mesmo assim não para de procurar.
Apesar de todo o luxo de seu apartamento, ela se sente presa. O homem que dorme na cama de casal não percebe sua falta durante seu sono pesado. Ela passa a mão no peito, como se quisesse fazer a sensação de aperto passar. Seus seios, fartos por natureza, parecem aumentar a cada vez que ela respira profundamente.